Voilà

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Dedico este post a Rafaela Dutra, Viviane Gurgel e Dani Cascaes.

Hoje dois fatos antagônicos me fizeram perceber algo defendido por mim há algum tempo e recentemente li no livro da Danuza “É tudo tão simples” (recomendo a leitura):

“É, a vida é assim. Pessoas com interesses comuns se atraem; são amizades sinceras que, dependendo das circunstâncias, tornam-se mais sinceras ainda – ou não – e duram o tempo dessa coincidência de circunstâncias.
Sobre as amizades, mais uma coisinha: se você estiver mal, e precisar de alguém para ouvir que ele te deixou, que o novo trabalho não pintou, ou coisas do gênero, vai ter um monte de gente para ouvir, dar um ombro; mas se ganhou na Mega-Sena, está com um namorado maravilhoso e vai comprar uma ilha em Angra, fique quieta, calada, para evitar olho grande, e não só por isso. Ao contrário do que se diz, amigos existem na hora em que a vida está péssima. Mas se ficar tudo maravilhoso, prepare-se para momentos de grande solidão. Costuma ser difícil suportar o sucesso dos outros.

Eu já comprovei isso inúmeras vezes e hoje tive a prova cabal disso.
Ao mesmo tempo que uma coisa péssima ocorria e eu com o meu sarcasmo resolvi rir, fazer graça da minha desgraça. Não obstante, a extensa grande maioria equivocadamente interpretou o contrário, achando que se tratava de uma notícia boa, para festejar comigo. Quando lhes contei o inverso, ao invés de ajudar com uma palavra amiga, optaram por tentar me jogar mais pedras. “É fácil machucar o cão já morto”. Péssimo ditado, mas era nisso que pensava quando ouvia tais palavras. Igual e infelizmente comprovado hoje, lógico que metaforicamente falando.
Se antes eu já confia em poucas pessoas, agora, reduzi mais um tanto a minha lista.
Este ano foi o ápice de coisas ruins e no fim, o saldo incrivelmente foi positivo. Até para meu espanto, inclusive.
Conheci pessoas maravilhosas, em especial do mundo jurídico, que pensam como eu (julgava ser uma extraterrestre neste ramo acadêmico), representadas pela querida Viviane Gurgel, e ainda outras com as quais me identifiquei totalmente, como a musa Dani Cascaes.
Não sei como eu conseguia viver sem vocês, sem exageros.
Deram um ânimo à minha vida que voltou a colorir, justificando a minha vontade de me expressar e liberar pensamentos que lotam a minha mente, permitindo extravasar por aqui.
Do mesmo modo que, enquanto chorava a minha tristeza sozinha, pois a garota do rímel borrado que sou, chora sozinha no escuro, daí, o espaço deste blog no qual  propicia aliviar minhas angústias e minha dor.
Uma amiga, aquela amiga irmã alma gêmea minha, me ligou com uma notícia maravilhosa, absolutamente capaz de melhorar o dia e me fazer rir como sempre. Era tanta coisa a contar que um único telefonema não foi possível de matar toda a minha saudade, nem as suas mensagens de texto dos últimos dias. Entendi o porquê da sua ausência e não importa o quanto tempo passe, ela está lá.
Ao desligar o telefonema dela, me lembrei automaticamente do trecho e do ditado infeliz acima mencionado.
Bateu a vontade de aproveitar como desfecho uma parte do texto da Fernanda Mello:
“Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora. (Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade). A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções. E fazer uma espécie de Feng-shui na alma.”

Aproveito o ensejo coincidente da chegada de um próximo ano para dar mais valor a quem quer meu bem e entende meus momentos de dúvidas e de indagações. Sempre questionarei. Conformar-se não faz parte da minha essência. É imprescindível o desafio de querer bem. Agora, só me cabe afastar as pessoas propagadoras da inveja e do mau-olhado.
Voilà, permaneço seguindo os ensinamentos da Danuza, pois afinal é tudo tão simples.
Logo, simplificando, atinjo os meus objetivos que não são escassos e usufrutuarei de tudo que lutei para conseguir com as pessoas merecedoras ao redor, é claro.

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