Arquivo do mês: março 2012

Fernando Pessoa

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”

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Atenção

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Sua senha expirou

Outono começou e a temporada de incompreensões do verão ainda insistem em persistir.
Não imaginava que uma atitude de adolescente imatura poderia render tanto assim!
Sério, fico indignada com pessoas que em pleno século acreditam fielmente que para conquistar alguém, deve-se fazer joguinhos.
É por esta razão que tenho alguns amigos metidos em enrascadas pós-término. Para ficar bem claro, sem interpretações dúbias: Não é não; sim é sim;  claro é claro; lógico é lógico; talvez é ainda estou esperando por alguém melhor e nunca é expirou sua senha, finito…
Conheço alguém que não consegue afastar um ex. Ele simplesmente não entende o “não te quero mais”, ele, infantil como aqueles adolescentes imaturos, pensa que esse alguém está jogando, fazendo tipinho. Continua a perturbar. Nem eu aguento mais esta situação, pois sempre rola aquela pergunta depois do “oi, tudo bem?”: “ele já se mancou?”, seguida da resposta “não, não sei mais o que faço.”. Já rolou ser grosso, manter distância e desaparecer que ele segue lá, firme e forte.
Até sugeri um fora típico de adolescente que eu chegasse nele e terminasse de vez com ele por terceiro: falar “querido, faça esta fila andar porque essa senha expirou!”.
Se isso não funcionar, tenho um plano de B: fazer gestos e sinais, desenhar a situação ou ainda citar “hasta la vista baby!” (sempre quis dizer isso). Porque só assim para ele se mancar que quando acaba, acaba mesmo, não tem uma continuação. 

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Dica para vida

Todas devemos aprender esta lição:



Foto: Reprodução.

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Fica para uma próxima

Fato que ocorreu há pouco tempo.
Tem uma menina de no máximo onze anos que já visitou minha casa umas cinco vezes. Ela adorou o meu quarto, sempre que existe uma oportunidade, ela dá uma “escapadinha” até o meu quarto.
Em um diálogo, ela confidenciou o quanto ela adora meu quarto e para continuar a conversa, ela me perguntou em que escola eu estudava.
Típico de criança, né?
Achei uma graça, por ela pensar que eu era adolescente ainda. Respondi que na verdade, não ia mais para escola, já era formada há quase cinco anos, era pós-graduada e só fazia cursinho para concurso.
Ela só emitiu um: “Nossaaaa!!!”
Ela, ainda duvidando, então, me perguntou quantos anos eu tinha.
Quando respondi a minha idade, lhe disse que enganava bem.
Novamente, ela emitiu um: “Nossaaaa!!!
Em uma das ocasiões que contei este fato, me indagaram que deveria ter lhe perguntado quantos anos ela  achava que eu tinha. Fica para uma próxima vez que ela vier nos visitar.

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Nada a declarar

Se tem uma coisa que me deixe com a pulga atrás da orelha é ver a reação dos meus exs ao lerem aqui como tenho uma clarividência para tratar dos relacionamentos.
Caso vocês estão surpresos com a minha maturidade, deveriam ouvir os meus conselhos amorosos aos meus amigos!
São dignos de livros de auto-ajuda. Aliás, ao escrever em auto-ajuda devo deixar registrada a vergonha alheia da minha irmã quando pergunto aos vendedores nas livrarias sobre o título de qualquer livro de auto-ajuda. Juro: ela gostaria que fosse aberto outro campo dimensional ao qual ela fosse direcionada para não andar com aquela garota que não basta comprar, ela precisa perguntar se tem o livro de auto-ajuda disponível.
Tenho muitos conselhos, pois já tive alguns relacionamentos que não deram certo e sempre aprendi alguma coisa com cada um deles.
Apesar de ser a garota do rímel borrado, busco viver em consonância com o bom humor.
Foram raras as vezes nas quais fiquei muito triste por alguém, sempre tive a capacidade de me recompor. Óbvio que fiquei chateada. O mais difícil em um término é se desligar da pessoa, do convívio, do conforto… E quando você aprende o prazer da independência, você sabe que somente por alguém muito especial, você abrirá mão desta “liberdade” para envolver-se completamente. Nunca se dê por inteira quando percebe que a recíproca não é a mesma! Observe os sinais.
Tirar o melhor proveito das piores situações que passei, nem sempre posso rir imediatamente. Não obstante, lhes garanto, assim que for possível eu choro de rir. Minha criatividade para extrair o melhor, ajudando aos outros com conselhos de como não errar, ser sincero e sem joguinhos, por favor! Cresçam e amadureçam! Se você não é adulto o suficiente para encarar um relacionamento, nem tente lubridiar outro. Logo, o seu engano lhe custará caro, vai por mim!
Mantenho-me afastada de quem é negativo; me fez algum mal e/ou não querer o meu bem. Só permanece no meu círculo de amigos quem eu desejo.
Juro que gostaria de ver a expressão de certas pessoas ao lerem como descrevo aqui um mix de situações na mesma linha como inspiração para um conto de relacionamentos.
Não sou de contar tudo que me aconteceu, acredite em mim, após conhecer tudo, você não seria capaz de segurar o tranco e lidar com os fatos pretéritos.
Se você quer saber algo, seja direto, meu caro, não perca meu tempo, pois ele é escasso e um bem precioso, por sinal.
Enquanto você permanecer nas indiretas, a minha resposta será a constante padrão: “Nada a declarar.”
Sou a campeã de respostas evasivas e implícitas. Dificilmente, responderei conforme o seu desejo. Só lhe conto, o que eu pretendo conscientemente que você saiba. Contudo, tenha plena ciência de que você nunca saberá de tudo. Tenha certeza absoluta disso. 

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Cinderela às avessas

Está mais do que evidente minha fascinação por sapatos e saltos.
Contudo, ultimamente, confesso que tenho preferido andar em uma confortável sapatilha.
Sei que devo estar envergonhando Srta. Bradshaw ao andar tão constantemente desprovida de uma altura superficial que tanto prezo.
Não é desculpa nenhuma a minha rotina do cursinho-casa-academia-casa-consultas-casa-cursinho para andar tão baixinha por aí.
Poderia lhes dizer que estou numa fase contraditória de Cinderela às avessas, pois vivo repetindo aos amigos que a minha carruagem vira abóbora antes da meia-noite nestes tempos. O cansaço me define recentemente.
Além disso, não compro nenhum sapato que não me deixe confortável. De apertos já me basta a vida.
Tenho pés sensíveis que frenquentemente me presenteiam bolhas. A dor não me incomoda, aliás prefiro estourá-las e me livrar logo delas.
É só uma fase, asseguro-lhes quando vou a qualquer evento continuo a usar sapatos altíssimos, não estou tão desleixada.
Hoje quase finalmente fiquei mais alta que a minha irmã (usava uma sapatilha). Foi por pouco. Um dia ainda encontro um salto que me deixe mais alta do que ela. 
E acreditem estou praticamente superando esta trágica fase das sapatilhas, afinal o inverno se aproxima e as botas estão expostas para que eu admire e paquere várias pelas vitrines das lojas!  

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