Como sobreviver a uma relação

Provavelmente um dos maiores mistérios nos relacionamentos é saber até quando compensa insistir em uma relação ou do contrário, abrir mão dela.
Aposto que vocês estão cansados de saber que o interessado dá um jeito.
Os sinais são claros basta você não criar fantasias platônicas.
O fim de um relacionamento é um reflexo da maturidade dos envolvidos e da intensidade dos sentimentos.
Geralmente, não costuma ser algo tranquilo e pacífico. Eventualmente, os conflitos e as acusações são despejadas como forma de apontar e justificar a culpa pelo erro do outro. Nunca admitindo a sua ou de ambos para o término.
Levar um pé na bunda, doi. Para mim, é pior concluir que não compensa mais prosseguir o envolvimento com alguém que por tanto tempo desempenhou um papel tão importante de confidências, perrengues, dúvidas e emoções.
Se não for consensual ou não ser possível encerrar de forma amigável, o melhor é se afastar. Às vezes, nem mesmo ser educada funciona (até hoje tem alguns que não falo, cumprimento ou reconheço – são estranhos e desconhecidos a mim).
Como seguir adiante? Não há fórmulas capazes de indicar um procedimento a ser seguido a risca, pois só cabe exclusivamente a você remendar o seu coração, curar-se para seguir em frente até estar pronta para outro relacionamento.
Não obstante, deixo como conselhos notórios: manter uma distância segura do ex (dando um tempo de amigos/lugares/rotinas em comum), aproveite fazer algo inusitado que na companhia do finado não aconteceria, redescubra-se plena e bem-resolvida, divirta-se, saia para dançar com grandes amigas alto astral, lambuze-se de cremes/ácidos/esfoliantes à noite no rosto.
Está tudo bem enquanto assiste àquela história dramática de romance mal resolvido dos anos 80, enquanto se empanturra com chocolates e/ou sorvetes (o que lhe faça sentir melhor, inclusive uma taça de  vinho), contudo, somente é aceitável na primeira semana.
Todavia, já aconteceu comigo dos dois concluírem pelo término, numa boa. Só nestes casos, acredito que seja provável o surgimento de uma genuína amizade, com ressalvas: sob hipótese alguma comente com ele sobre futuros relacionamentos com outras pessoas.
Respeite quem já passou na sua vida e por algum motivo não permaneceu uma vez que você se apaixonou por ele, inclusive quando acabe mal. Basta que você tenha resolvido os entraves e superados, se ele não foi capaz, lembre-se: respeito, paciência e distância.
Permita a você uma liberdade de ser sincera e feliz, afinal, é o que importa, né?

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Arquivado em Contos, Divagações, Pessoal, Romance, Saúde e bem-estar

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