Arquivo do mês: maio 2012

Para minha sorte: milagres

Em um dia chuvoso, totalmente entendiante quando todos seus planos dão errado.
Uma das primeiras coisas a ser feita é stalkear pessoas nas redes sociais – sei o quanto condenável é, mas me permito uma única “fuçada” anual.
Por algum motivo, bate saudades de quem não é tão presente na sua vida e como um chamariz que não para de piscar o seu alerta, você não consegue abrir mão de digitar, clicar  e acessar a página de alguém.
Eis que para minha alegria, lá encontro uma agradável surpresa – alguém quem se gostou, atualizou alguma fotografia na qual ele está bem “cheinho” e acabado. Não imaginam a minha felicidade de agradecer aos céus pela graça alcançada!
Caros leitores, vocês não podem imaginar o quão feliz eu fico quando vejo algum ex que tá barrigudo e careca. Eu os traduzo como milagres, que para minha sorte e azar deles, tenho ouvido e presenciado muitos assim! O bom e velho amigo tempo lhes foi cruel.
Nestas horas, a saudade passa quase que instantemente.
E se você acha que estou falando sobre você, por favor, providencie uma inscrição urgentemente  em uma academia mais próxima e reduza o número de chopes no final de semana.

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Fernanda Young

“Sou cheia de manias. Tenho carências insolúveis. Sou teimosa. Hipocondríaca. Raivosa, quando sinto-me atacada. Não como cebola. Só ando no banco da frente dos carros. Mas não imponho a minha pessoa a ninguém. Não imploro afeto. Não sou indiscreta nas minhas relações. Tenho poucos amigos, porque acho mais inteligente ser seletivo a respeito daqueles que você escolhe para contar os seus segredos. Então, se sou chata, não incomodo ninguém que não queira ser incomodado. Chateio só aqueles que não me acham uma chata, por isso me querem ao seu lado. Acho sim, que, às vezes, dou trabalho. Mas é como ter um Rolls Royce: se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat.”

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Sintomas de um canalha: parte 3

É aquele que só por causa da sua beleza se acha a última bolacha do pacote.
Mal sabe ele que, hoje em dia, temos bolos, cupcakes, macarons e outros tantos docinhos.
Da sua beleza singular pela sua arrogância, torna-se metida, insuportável e horrível. Evito tipos assim.
Geralmente, cultua tanto sua beleza exterior que não possui tempo suficiente para ocupar sua mente. Deste modo, seu interior é apodrece progressivamente até ficar oco por completo.
Não é a beleza que encanta e sim, a simpatia, a humildade e a simplicidade.
Olho no olho, não para hipnotizar, porém para demonstrar interesse, prestar atenção.
Um sorriso é apaixonante. Melhor do que uma pessoa sempre carrancuda que nunca se diverte.
De longe percebo este tipinho peculiar e nem me aproximo. Sugiro que façam o mesmo!

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Meu jeito

Quando menos se espera… é quando acontece.
Alguns creem em destino, sorte, amor – não importa. É a mesma coisa descrita por sinônimos.
Diria que se trata quase um tipo de fé e como em qualquer religião, há quem seja ateu.
Tem que me considere uma descrente, outros uma utópica.
Sinceramente?
Não me enquadro em padrões e quem pretende me imputar em alguma desses lados, já deixo o aviso de que desapontarei.
Sou contraditória. Vivo para chocar as expectativas das pessoas com que desejam para mim.
É o meu jeito.
Estar em um relacionamento é conviver em simplicidade com outra pessoa, sentir-se acomodado com alguém na sua zona de conforto. No atual momento, não seria destino, apenas estar segura e confiante com um terceiro.
Para viver um relacionamento maduro e estável  nos dias atuais só é válido para os corajosos. E hoje em dia, está difícil de encontrar alguém assim.

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Platão

“Pessoas normais falam sobre coisas, pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas mesquinhas falam sobre pessoas.”

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Sintomas de um canalha: parte 2

Desde ontem/anteontem – o limite temporal não importa, fiquei me questionando se deveria escrever sobre ele. ELE. Ele quem me fez duvidar de todos, especialmente os bonzinhos.
Aquele quem me ensinou que não vivo em um conto de fadas gravado pela Disney.
Sempre terei dúvidas sobre o que poderia ocorrido se tivesse tomado outra decisão.
Não adianta, é a eterna dúvida de uma libriana. Nunca me apressem a concluir pelo que eu quero. Levo um considerável tempo analiso a pertinência de cada posição.
Quando opino é porque não tem mais volta. Não obstante, este conto é o mais delicado de ser exposto. Morro de vergonha do que aconteceu. Aprendi muito com isso. Poderia até direcionar o quanto minha vida ficou determinada por este fato.
Não sou tão forte e confiante o quanto posso transmitir por palavras visto que palavras não são vistas, o sofrimento varia do nível de hermenêutica abstrata de cada um dos leitores.
Por mim, ninguém sofreria desse jeito por alguém de gostar e posteriormente, descobrir que o sentimento não era recíproco. A mágoa de ser enganada não se deixa para trás, ela te acompanha, serve de consciência como dona da razão que pretende te puxar para baixo, destruir qualquer hipótese de confiança.
A mente é a mais das perversas criações, um cisco pode ser representado como um buraco negro capaz de te engolir ao ostracismo do mesmo modo que uma ema se esconde. Cair, cair e cair: lhe parece estar fadado. A insegurança da desconfiança te cerca, condena e fica atrelado ao seu destino.
Como mudar? Alterando os pensamentos negativos pelo simples ato de deletá-los do seu disco rígido do pensamento. Vivendo de outra forma: não confiar cegamente para não correr o risco de cair em um buraco, porém manter sempre um olho aberto às falsidades do mundo moderno, afastar quem possa te considerar unicamente como um bem de consumo a ser esgotado ou ainda saber lidar com o mais hábil dos jogadores que tem como escopo destruir a sua mais nova presa.
Por fim, não sei se perceberam, mas sou membro da arte de procrastinar, não fui forte o suficiente para descrever com sarcasmo e ironia sobre você. Tentei e fracassei, para minha sorte, o amanhã está próximo com o início de um novo dia. Nunca se sabe.

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Agradecimentos



Ontem, após 180 posts publicados, atingi um marco: ultrapassei mais de 3.000 acessos em pouco mais de um ano. Sei que comparado à blogsfera não é muito, mas para quem não tinha a menor pretensão de que meus textos pudessem servir de identificação a tantas pessoas que vem falar comigo sobre o que escrevo.  Escrevo neste espaço como suspiro/alívio a tudo que me incomoda, assim não viro uma bomba ambulante por aí.
Muitos, aliás, nem imaginava que seriam meus leitores por aqui.Até me surpreendi quando mencionam e me referem como a garota do rímel borrado.
Li algo no twitter da Camila Fremder que fiquei refletindo sobre a razão de ter este espaço.
Fico extremamente contente quando algum amigo vem me pedir conselhos ou ainda aqueles que diante da minha melhoria do meu bem-estar também criaram blogs, como meio de expressar e aliviar do stress cotidiano.
Posso tecer comentários dignos de uma adolescente, mas ledo engano de quem acha que eu ainda estou na faixa etária dos 16-20 anos. Caros leitores, eu engano bem e ontem fiquei lisonjeada quando fui chamada de menina. NOSSA!!! hahaha

Diante do exposto, gostaria de  agradecer a cada um que acessa/acessou meu blog por dividir um lado meu que poderia passar batido entre  a minha timidez.

Agradeço especialmente minha Little BIG Siz por dividir 24 anos turbulentos comigo; a minha amiga Rafa Dutra por ter me incentivado a criar um blog de relacionamentos; às amigas Fer Yuri e Kamilla Falkowski por cobrarem posts por aqui quando fico off; a minha RP Michelle Gomes; às minhas conselheiras Rafa Faria, Ana Paula Sagae, Dani Vitório, Marcele Casaroli, Dani Naldi, Marina Werneck, Lari Azzolini, Vivi Gurgel, Nat Valarini, Sá Calijuri, entre muitas outras amigas companheiras para todo e qualquer programa de índio.

E é claro, um muito obrigada especial a todos aqueles meninos/garotos/homens nos quais me inspirei para escrever estes contos de ficção baseados em fatos reais! 

Fotos: Reprodução.

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