Arquivo do mês: junho 2012

Relacionamentos nada maduros



Se tem uma determinada pessoa que por mais que eu seja adulta, não importa, há uma pessoa X com quem eu aja como se ainda tivesse 12-13 anos.
A maduridade passa bem longe: volto àquela época da minha adolescência com as gírias, as atitudes e a insegurança tão típica dessa fase.
Nada do que importa é dito, subentendido apenas que são capazes de criarem os maiores desentendimentos…
Tanto você quanto eu sabemos muito bem o que incomoda no outro e por isso, insistimos no mero prazer de implicar com o outro igual a duas crianças por receio de proferir a verdade que poderá nos machucar e, consequentemente, nos perdendo, mais uma vez.
Desta forma, não dissemos o que importa e vivemos cada um do seu lado sem estar propriamente ao lado.
Ainda tememos se a verdade sendo dita, cause a melhoria e a bagunça que ela potencialmente gerará. Fato.
Foi uma opção que escolhemos em viver assim, apesar de não nos conformarmos por agirmos desse jeito, às vezes, devo confessar que fico irritadíssima quando isso acontece.
A grande surpresa surge quando  um procura o outro e a novidade no comportamento aparece. Por sua vez, o ciclo se perpetua: preferimos sofrer do que agir, portanto, agimos como crianças. Um beijo na testa e tudo volta a ficar bem outra vez. Ad infinitum.



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iBophe


Não é uma questão de exigências impossíveis de um ser humano ter todas. Trata-se de mínimos requisitos.
Estes dias, matei de rir uma amiga e colega de trabalho que me empurrava para os encantos de um belo rapaz bem apessoado, simpático, mas… que não sabe escrever. Quando aleguei isso, ela já veio com a indagação de que era exigente demais. Imediatamente, repliquei que ao menos ele deveria saber escrever o básico da Língua Portuguesa – ele escrevia (sic): “alduto”, “inconsiente”… Não dá.
Não falei que ele não sabia Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Japonês, Chinês… Escrevi que o ser nem a nossa língua pátria sabia escrever.
É uma questão de princípios e amor próprio.
Ora, o mercado pode até ser escasso, todavia, não sou de me jogar aos braços de todo lançamento de iBophe por aí. Não quero uma versão acabada, fixa, imutável, sem melhorias.
Por sua vez, não quero ficar afoita a cada lançamento anual com uma mera troca de aparências no design do produto.
Adquirir um iBophe é obrigatória uma extensa pesquisa, análise do produto, comparações com os demais disponíveis no mercado, opções de memória, depreciação e desgaste pelo tempo, avarias, defeitos, se é movido a pilha ou a bateria, acessórios que acompanham, dentre tantas coisas.
Meus queridos leitores, para estar comigo é por merecimento e não Q.Is como muitos ainda supõem, coitados… Bastam preencher alguns dos meus requisitos mínimos. Não é qualquer um que pode ser incluído como iBophe com direito a um texto próprio.
Ah, e serem aprovados pelo CAE, já ia me esquecendo deste essencial detalhe.
Não obstante nada, absolutamente nada supera o amor, pois reflitam como eu neste momento ao ler que:
“Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são referências, só. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo o que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó. Mas só o seu amor consegue ser do jeito que ele é.” Arnaldo Jabor. 

 N.A: iBophe é um termo comumente utilizado por José Gayegos no Twitter.

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Oscar Wilde

“A única coisa a fazer com os bons conselhos é passá-los a outros; pois nunca têm utilidade para nós próprios.”

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Inspirações para semana

Ideias para deixar a semana com inspirações bem coloridas para animar a semana:

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Fotos: Reprodução.

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O historiador bon vivant


Relembrando o passado com uma querida amiga dos tempos de Universitário, ele ressurgiu como pauta.

Não soube responder o seu atual paradeiro, contudo, posso muito bem imaginar um digno dele.
Dei como réplica: é muito provável  que ele seja um charmoso marinheiro rodando o mundo sem ter certeza onde gostaria de aportar definitivamente.
Afinal, a sua indecisão combinava perfeitamente com a minha tendência libriana de sempre duvidar.
Igualmente, consigo visualizá-lo atiçando seu feitiço de galanteador a toda bela moça com frases de efeitos semelhantes as quais ele insistia em me cantar.
Posteriormente a todos estes devaneios, ainda respondi que poderia ter sido isso ou que você teria embarangado: careca e com uma barriguinha típica de chope. Mas, com a sua sorte e meu infortúnio, ele deve continuar o cara mais lindo que já conheci.
Minha confidente se matou de rir, pois é bem a sua cara – tudo isso.
Devo te confessar que quando ouço/leio aquela palavra, lembro imediatamente de você. Sabia que um dia entenderia o significado dela e apenas foi necessário que aprendesse o real sentido dela na aula de História.
Anos depois, entendi o porquê. Na época, não considerei como elogio, porém, atualmente lhe reverencio pelo doce vernáculo. Tudo seria tão mais fácil se você tivesse explicado os seus motivos ou ainda, utilizado de outro termo.
Também, qualquer coisa fica claramente explícita quando assim dita. Aprendi esta lição com você, além de não ousar em agir e em caso de dúvida, não arriscar o certo pelo duvidoso (não obstante isso fica para um próximo conto).
De todos os quais me inspirei para contar, você é o único quem nunca reencontrei. Um dia quem sabe eu esbarro com você dentre estes tantos desembarques da vida…
Au revoir, Mon Chérie Bon Vivant.


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Desafio lançado: dias 12 a 18


Gente, este mês a correria me define, mas lhes garanto que até agora segui à risca o desafio e não repeti nenhum batom:
Dia 12: Soft Rose – Make B. – O Boticário: é um rosinha bem discreto. Uso muito essa cor tanto para trabalhar quanto pretendo uma maquiagem mais suave com olho bem marcado e definido.

Dia 13: 198 – Rose Plum – Elke: cor de boca, qualidade bem fraca, não dura muito. Comprei para testar e como não gostei, não comprei mais nada da marca.

Dia 14: cor 55 – Vult. É um batom vinho, digno dos anos 20. Dentre os meus batons, este vinho é um dos meus favoritos. Geralmente, combino esse vinho com sombra marrom e delineador com muito rímel.

Dia 15: 144 – Rouge Pur – Yves Saint Laurent. Falei dele aqui. Agora me acertei com ele (passo bem levemente e a cor fica linda), já não uso mais com o Hue da MAC.

Dia 16: Creme de La Femme – MAC. Foi o meu primeiro batom da MAC. Daquela imensidão de batons, optei por ele. Essa cor também é um cor de boca. Perfeito para o dia-a-dia.  Não está na lista dos meus favoritos, mas uso esse batom bastante.

Dia 17: Peach Reflects – Make B. – O Boticário. Cor forte, meio fluorescente. Não recomendo  a compra porque ele é muito “cremoso’, deixa um aspecto ensebado nos lábios.

A cor lembra um pouco a cor  144 – Rouge Pur – Yves Saint Laurent. Sendo que o batom da Make B, é mais rosado enquanto do YSL é mais puxado para o pêssego. No entanto, o pecah Reflects funciona muito bem como substituto do YSL.

Dia 18: Pink Impact – Avon. É outro dos meus batons favoritos, até porque tenho outras batons similares.

Fotos: Reprodução.

 

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Aprendizado


“Você tem de ser muito gentil com você mesma quando estiver aprendendo alguma coisa nova.” Liz
Gilbert
Foto: Reprodução. 

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