O que fazer?

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Há uma evidente tendência da minha geração em ser especialista na arte da reclamação. Vejo pelo meu próprio reflexo do espelho. 
Sempre reclamo do clima: se está frio demais, se está calor, se não para de chover…
Tudo em demasia reclamamos. E sem contar que se algo estiver escasso também reclamaremos.
Fomos ensinados a nos relacionarmos da mesma forma que consumimos. Se algo ou alguém está te incomodando, não está dando certo, a nossa primeira opção é descartar e não consertar.
Estamos na ebulição de transformações para as quais ainda não temos certeza do resultado. 
A vida nos presenteia com os questionamentos da resposta final do que acontecerá. Os planejamentos futuros quase sempre não são concretizados como o esperado.
Estou em fuga. De mim. Dos meus pensamentos. Dos outros. Dos seus pensamentos. 
Ando sem paciência para relevar o caminho que tracei para o futuro. O “agora” tem me surpreendido e me intrigado tanto que parei de pensar no que virá. Assim, estou numa fuga alucinante de como reagir. Não sei, talvez, preciso me adaptar a viver um dia de cada vez e não criar tantas expectativas, esperando o melhor dos outros, para ser surpreendida para o lado positivo. Por fim, não terei tantos motivos para críticas e desgastes no cotidiano.

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