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Projeto um ano sem Sephora: 01 mês

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Mês passado resolvi ficar um ano sem comprar maquiagem, hoje conto como passei o primeiro mês. Resisti firmemente a todas as tentações da black friday.
Não comprei nada do que não precisasse, como por exemplo, novos lenços umedecidos para retirar maquiagem da Kleenex que a minha irmã tinha usado e adorado (recomendo: tirou muito bem a maquiagem a prova d´água sem necessidade de abusar do demaquilante bifásco).
Namorei, mas também não comprei o novo BB Cream da Maybelline que promete oil free para as peles oleosas, porque não acredito na proposta de BB Cream (muitas coisas em um único produto), prometo que logo posto sobre minhas impressões a respeito de BB Cream e CC Cream.
Para encerrar Novembro, tive muitas comemorações de aniversários de grandes amigas e sim, eu fui até à Sephora e apenas comprei os presentes delas! 
Confesso que não foi fácil, o primeiro mês sem querer tentar comprar nada de maquiagem diante de tantas opções e propostas que temos hoje no Brasil comparado há dez anos atrás. Todo mês haverá um post com as minhas impressões sobre o cumprimento do desafio. Semana que vem, viajarei de férias de final de ano e estou agendando outros posts sobre dúvidas de viagem conforme o combinado.

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Desenvolturas em série da garota do rímel borrado: rotulagem

993064_556688297706760_223073525_nVivemos a ditadura da rotulagem: quem você é, deve ter coisas da marca X, pertencer ao grupo Y, estar inscrito nas redes sociais A e B… 
A espontaneidade ficou de lá. Foi renegada. Todos devemos nos comportar de acordo com o padrão estipulado por uma maioria. Uma maioria que não me representa. Nunca representou. Por isso, de tantos questionamentos. Não nasci para seguir sem duvidar. Duvidarei sempre. É uma questão de desconfiança social. 
Há alguns dias atrás, eu postei uma foto no Instagram: “Eu não sou esquisita. Eu sou edição limitada.”.
Já aprendi que dificilmente serei aceita. Tudo bem. Prefiro me manter à vontade no meio de outros “esquisitos” do que fingir aparências por conveniência social. Falsidade me repele.  
É uma defesa da fidelidade de ser quem você é, pura e simplesmente. Ser exclusivo: não viver como gostariam que vivesse, pensasse e agisse. Isso causa maior constrangimento a todos, pois há o rompimento com todo esse fingimento. 
Acreditem, não há nada mais libertador do que poder ser quem você é do jeito que você é ao contrário de ser quem você deveria ser para os outros. Lute pela sua independência também!

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Memórias de um passado não tão distante

Não sei como tudo começou.
Só sei que precisava desabafar: de você, para você, sobre você. Assim, surgiu este espaço. Já não podia contar mais com seus conselhos amorosos.
Como poderia falar de você para você? 

Mentira, recordo-me exatamente de como tudo começou, bem antes disso tudo surgir e me bagunçar literalmente.
Não me lembro exatamente qual dia era, porém, tenho quase certeza que era um sábado, afinal, os sábados sempre são tumultuados para a gente. Era um dia como outro qualquer.
Nova mentira: já tinha percebido que algo tinha mudado de lugar quando fiquei encanada com o que iria vestir.
Não era aquela eterna dúvida feminina sobre o que vestir e sim, sobre o quanto você gostaria ou ficaria incomodado com minha roupa.
Quase que imediatamente percebi o quanto isso estava fora de lugar, pois NUNCA me importei com a sua opinião sobre meu vestuário e justo naquele dia tão ordinário como todas as outras incontáveis saídas iria me preocupar sobre o que você pensava justamente sobre isso.
Tudo transcorreu como sempre, no entanto, “inesperadamente”, no final você me beijou e eu retribui. Owwww.
Por favor, me dê alguns minutos para recuperar a minha sanidade… precisamos conversar… tem certeza?
Não podia acreditar… sério?
E agora?
Muitos suspiros e tempos depois, novamente, em outro sábado, retomamos aquele velho e confortável sentimento típico de uma relação embaçada…
Não esperava pelo seu pedido implorando que ficasse.
Como poderia? A minha vida seguiu sem você, mesmo não querendo.
Justo no dia em que tinha planos irremediáveis, você retornou.
Só quero destacar que abri um considerável espaço na agenda só para te ver e resolver tudo.
Jurava de pé junto que levaria a maior bronca de você.
Não podia ficar não naquele momento, você bem o sabia.
Surpreendentemente, você me deu um novo beijou.
Foi quando percebi o quanto você me tira do chão. Literalmente, até diria, pois não sei se você sabe ou viu o escorregão que cai. (Risos)
Depois de inúmeras rotações e translações do nosso planeta, cá estamos outra vez…
Não sei se você constatou o quanto você faz de mim forte, só tenho a certeza de que quando estamos bem, o meu sono é leve e tranquilo.
Fico relaxada por saber que está tudo certo entre a gente.
Por favor, vamos fazer um trato para nunca mais brigar?!
Prometo que minha “independência” não atrapalhará tanto desde que você se comprometa em amadurecer também.
Vivo negociando condições para saber o limite intransponível que acredito ser impossível desde aquele sábado.

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Reabilitação

Não é saudável ainda refletir sobre você, de vez em quando.
Faço comparações mentais com todos os eventuais e prováveis casos que surgem.

Ninguém chegar aos seus pés, me incomoda e muito.
O melhor remédio seria não falar ou pensar em tudo que já passou.
O maior incômodo reside em ter a certeza de que nossa sintonia não se repetirá.
Todavia, já vivi isso outras vezes e sei que passará até sentir assim por outro.
Estou me acostumando com a reabilitação e o maior dos pecados é continuar repetidamente pensando em você.

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Ensinamentos frustrados

Arriscamos por confiar em quem me seguraria se acaso eu me jogasse do penhasco.
Caímos e despencamos visto que o nosso peso superou o limite. Não ousaríamos tentar novamente, ainda carregamos as cicatrizes e as fraturas expostas por aí.
Ninguém pode ser o porto seguro de outra pessoa. É imprescindível ser autossuficiente, aprendi isso. Ao passo que você não confia mais de olhos fechados. Outras lições aprendidas nas quais nos tornamos mestres em ferir outras pessoas e sucessivamente mantemos o vício de estarmos próximos.

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Amadurecer

Um dos maiores desafios da vida adulta é enfrentar às adversidades de forma madura, afinal, tomar atitudes e dignamente agir de acordo com as sucessões de atos.
Impor limites, cuidar-se em primeiro lugar, saber conceder, definir comportamentos, afastar-se do que ou de quem não te faz bem.
Mudar seu jeito para obter resultados diferentes é o pior desafio, desacostumar-se com algo habitual, confortável e seguro para adaptação significa desaprender com os erros. Confesso a vocês que aprendi muito com minhas falhas do que acertos, aliás, lhes garanto que os acertos somente foram válidos porque os erros me ensinaram como proceder.
Sempre digo e reforço aqui o quanto o sucesso é um companheiro solitário ao passo que o fracasso é muito bem acompanhado de quem torce para que você continue no chão e se possível, num fundo do poço.
A tristeza é amarga e como ímã que agrega outros péssimas situações. Cuidado com ela, se algo de ruim aconteceu, prepare-se para o vendaval que está por vir, acredite em mim.
Nestes momentos, nada melhor do que se proteger, enclausurando, refletindo consigo e superando as barreiras como um exímio atleta que treina duramente para obter resultados em Olimpíadas.
E nem sempre amadurecer significa fazer a coisa certa, de vez em quando faz bem à saúde pisar na bola e se divertir!

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Palavras não são suficientes


O que dizer a respeito de você? 
Sinceramente, a parcialidade me obsta seguir em frente e abrir meu coração falando tudo o que gostaria.
A dúvida diverte-se em me engasgar.
Deste modo, soluço e me falta a voz de dizer sobre você. Por puro desdém, a nostalgia me faz companhia ao relembrar daquela viagem para praia que acabou sendo a maior furada de todos os tempos, o primeiro encontro no parque tão lúdico e infantil ao nos permitir sermos, o nosso companheirismo desprovido de qualquer julgamento.
Não confessarei: tem certos momentos que jamais repetirei em outro relacionamento, pois prefiro guardá-los como uma preciosidade. Joia rara. É a definição do que aconteceu.

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