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O que você quer?

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Convenhamos: você gosta de sofrer.

O masoquismo sentimental, aquele que toda pessoa pratica, admitindo para si ou não, é a maior muleta universal para justificar escolhas e sentimentos.

É, eu sei, ninguém gosta realmente de sofrer, mas quando encontramos um motivo para isso parece que nos agarramos a ele e seguramos até não poder mais. Passamos dias, meses, anos amargurando uma mesma situação, e a situação se torna nossa velha conhecida e por isso, amiga íntima, fica por aí e se apossa até do controle da sua tv e tem acesso direto ao seu refrigerador.

Então você se afoga em situações tóxicas semelhantes a esta que justifica o seu comer demais por estar ansioso, o seu não querer sair da cama e ver gente. É, as escolhas que fazemos, consciente ou inconscientemente nos levam exatamente ao lugar que estamos em nossa vida. E as escolhas inconscientes são os padrões que repetimos incessantemente, cultivando, assim, o masoquismo sentimental.

Seu coração foi feito para bater, não para apanhar. Admitir certas verdades a nós mesmos na frente do espelho nem sempre é muito fácil, na maioria das vezes não é nada simples, mas é necessário se queremos sair de onde estamos e seguir um rumo diferente na vida. Ah, mas é fácil falar né, se fosse tão fácil fazer ninguém mais sofreria… e é fácil fazer sim, nós que complicamos demais as coisas.

Honestamente, suas muletas sentimentais são tão importantes assim?  Se são, você infelizmente se acostumou ao sofrimento de suas escolhas e vai continuar tendo a vida miserável que tanto reclama. Se não são, já diria Renato Russo que:

 Disciplina é liberdade.

Compaixão é fortaleza.

         Ter bondade é ter coragem.

 É tudo questão de hábito. Parece que nascemos programados a aceitar a tragédia e o desespero como algo merecido. Como algo natural. Parece que é mais fácil assimilar algo de ruim, processar a informação de que alguém não quer mais estar contigo porque a culpa é sua e não porque foi a pessoa que mudou ou que o seu emprego não te satisfaz, mas como você é bom no que faz você se sujeita a não pensar em como mudar isso sob pena de ser mal-agradecido ao universo de possibilidades.

É um tanto quanto frustrante perceber que nos permitimos errar da mesma forma, sempre, por falta de coragem. Ou por não sabermos exatamente o que queremos. Acho que nunca saberemos realmente o que queremos, mas quando descobrimos algo que seja uma luz, se não seguirmos achando que é sempre o farol do trem e não a saída, morreremos em vida toda vez.

Disciplina. Ao que tudo indica, vivemos sob a égide de um regime militar mental onde os infortúnios da vida são recebidos com certa serenidade e com certo conformismo já que é mais fácil percebermos em nós os nossos erros e que cada erro mata os 200 acertos que temos. Essa disciplina militar para o que é ruim pode muito bem dar a volta na esquina e nos permitir pensarmos que somos merecedores de algo melhor do que temos e que danos colaterais sempre ocorrerão, mas não podemos esperar que a vida nos premie com louros da glória se não fazemos por onde.

A disciplina se transforma em liberdade quando percebemos que o mesmo empenho que temos para sofrer – sim, o sofrimento é uma erva daninha que cultivamos como se fosse uma orquídea azul rara – pode e deve ser usado para ajudarmos a nós mesmos a sairmos da roda viva do masoquismo sentimental. É tudo questão de hábito e, de certa forma, de física quântica: atraímos o que transmitimos. A famosa Lei de Murphy funciona para os dois lados, se a fila do lado anda mais rápido que a sua saiba que você provavelmente já deixou passar alguma coisa muito boa porque a ruim sempre chama mais atenção.

Se a disciplina nos dá liberdade, a compaixão nos transforma em fortalezas. Porque os olhos de bondade que temos com os outros nunca se voltam a nós mesmos? Porque somos nossos piores carrascos quando para com os outros somos a compaixão em forma de gente? Quando nós nos perdoamos, no nosso íntimo, por coisas que só nós sabemos; quando nós nos aceitamos como somos desde que a mudança não seja realmente algo imperioso e não aconteça porque você não acha necessário, ainda que outros te julguem por você ser assim ou assado, a compaixão nos torna humanos, porém fortes. Eu aceito os erros. Eu aceito as más escolhas. Eu não aceito errar de novo. Eu não aceito as consequências eternas de uma escolha malfeita.

Se a compaixão nos transforma em fortalezas, a bondade nos torna corajosos. A hostilidade muitas vezes é puro medo. Medo de se mostrar vulnerável, medo de pedir colo. O “eu não preciso de ninguém” é na verdade um grito de socorro e sim, eu garanto, alguém vai saber chegar até você. Alguém vai conseguir, com um jeito que só essa pessoa vai ter, domar o seu “gênio ruim” ou o seu medo de deixar alguém se aproximar. A coragem que a bondade nos dá nos permite o carinho da alma. Nos permite sermos o melhor de nós, para nós mesmos, independentemente do que aconteça. E talvez com alguém do lado. Esse alguém pode ser um amigo/anjo da guarda, pode ser sua mãe, seu pai, seu amor. Não importa. O que importa é que aprendamos a ter compaixão e bondade para conosco da mesma forma que somos compreensivos com os outros.

Convenhamos. Nós não gostamos de sofrer. Nós nos acostumamos a isso. Mas ninguém disse que isso precisa ser assim sempre. Ninguém disse que temos que viver de forma a parecer que estamos lutando para termos espaço na agenda do dia de alguém e sempre acabamos entendendo as ausências. Sempre acabamos entendendo que algo importante passou na frente e sofrendo calados porque “se nós falarmos algo a outra pessoa vai se aborrecer”.

Faz isso aí mesmo. Abafa esse sofrimento aí e morre engasgado nas palavras que não disse e faz da sua vida aquele beco sem saída porque depois de acostumar a outra pessoa com essa sua falsa noção de compreensão, você não vai conseguir voltar sem fazer um estrago maior ainda. É como se no salto ornamental você pudesse, ao não se acostumar com o que te faz mal, mergulhar dentro de um copinho de café e acabar dando uma barrigada na água porque demorou demais a acordar e a ter disciplina, compaixão e bondade.

Convenhamos, seus sofrimentos escondem quem você é. Mas você sabe andar sem essas muletas. Basta querer. E não, não é fácil. Mas é necessário, a não ser que continuar do jeito que está seja muito melhor do que viver a vida de um jeito não Charlie Browniano de ser.

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Oportunidades

Incrível como tanta coisa aconteceu em um espaço muito curto de tempo. Disse que não voltaria e para minha surpresa, pedi uma nova chance e estou adorando.
Recentemente visitei um local no qual já me acabei de chorar com pessoas tão improváveis há um considerável tempo atrás.
Revi um filme que havia assistido no cinema com uma pessoa amiga que hoje em dia não é mais minha amiga. São águas passadas, apesar de dias invernais ainda sentir uma pontada de dor.
Não acreditaria se alguém tivesse visto “meu futuro” e me contasse isso.
Todavia, sempre acreditei que algo melhor estava por vir.
Afinal, qual é o momento certo de agir? Sinceramente não sei, ele depende de cada indivíduo.
Travei uma constante guerra na qual perdi inúmeras batalhas, não obstante minhas vitórias superaram as derrotas.
Foi necessário que eu me perdesse para me descobrir, forte como nunca e sozinha. Enquanto me arrastava pelo meio do caminho, descrente, reencontrei pessoas maravilhosas, amigos que me ajudaram a levantar passo por passo e assim foi até que me reerguesse.
Passei pelos meus piores momentos enfrentados até agora, sozinha, perdi pessoas importantes e conheci outras que não as substituíram, mas me complementaram. Aceitaram  os fragmentos de pessoa quem eu era e não sei como viram quem realmente eu seria, pois estava completamente em um estado deplorável.
Foram elas quem me ajudaram a seguir em frente e a conquistar meu espaço.
Uma das tarefas mais árduas que enfrentei é recuperar o brilho perdido. O viço que ressurge não é o mesmo, acreditem em mim. Uma vez apagada, a luz  não reflete como antigamente, mas isso não a impede de reluzir com intensidade para quem está no recinto e é nisso que você deve acreditar. Basta agarrar a oportunidade de buscar aquilo que você procura!

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Amiga irmã alma gêmea – parte 2: minha flori

Esta é outra querida amiga irmã alma gêmea que não poderia ficar de fora.
Ontem, quando achava que meu dia estava perdido e desanimado, recebo um convite dela para um “Girl´s night out”, estava bem cansada, buscaria meu carro na oficina, mas fazia já um considerável tempo que não pude deixar passar o convite.
Como sempre me diverti horrores, chorei de rir, atualizei os meus acontecimentos e ela também me contou sobre o que anda acontecendo com ela.
Já faz um bom tempo que deixei guardado aqui como rascunho um texto sobre ela que agora tornou-se impossível não homenageá-la.
Parece que foi semana passada: comecei um curso que detestava com todas as minhas forças e como ela mesmo diz “e no meio de tanta gente chata, sem graça, te encontrei” tudo graças a única carteira vazia da aula de práticas.
Eu, era do norte do Paraná; ela, do extremo, do Rio Grande do Sul.
Nós duas mudamos completamente de cidade, abandonando tudo que era confortável para tentar um sonho. Éramos novas na cidade e estávamos a procura de novidades, querendo conhecer tudo e aproveitar. Bastou esta pretensão para que uma amizade duradora se formasse.
Parecia que já nos conhecíamos desde sempre!
Quando desisti do curso, logo depois, ela também desistiu e cada uma seguiu seu caminho de volta às origens, mas sempre mantíamos um constante contato no qual a distância nunca foi uma barreira.
Após o meu retorno novamente aquela cidade onde nossa amizade se iniciou, ela também retornou tempos depois.
É uma sintonia de amizade difícil de descrever a importância dela, pois me conheceu na pior fase da minha vida na qual estava buscando encontrar meios para minha independência financeira e me frustrando por todas as tentativas que busquei. Não era quem eu sentia confortável em ser e por alguma razão inexplicável, ela sempre soube quem eu era, principalmente, naqueles momentos tão difíceis nos quais fui perdendo aos poucos, a confiança no seleto e restrito grupo de pessoas confiáveis.
Apesar dela sempre desejar e torcer pelo melhor na minha vida, ela em nenhum momento deixou de me apoiar ou ficou decepcionada comigo por fazer do extraordinário uma maneira de descontração e/ou motivo de risadas, pois quando meu rímel estava borrado, ela sempre esteve do meu lado, brigando com quem me fazia mal. 

Só queria novamente te agradecer por ser esta amiga de infância que conheci somente há pouco tempo, bastaram unicamente 500 km e uma carteira vazia para que nossa amizade surgisse.
Obrigada por tudo flori!!! 

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Como sobreviver a uma relação

Provavelmente um dos maiores mistérios nos relacionamentos é saber até quando compensa insistir em uma relação ou do contrário, abrir mão dela.
Aposto que vocês estão cansados de saber que o interessado dá um jeito.
Os sinais são claros basta você não criar fantasias platônicas.
O fim de um relacionamento é um reflexo da maturidade dos envolvidos e da intensidade dos sentimentos.
Geralmente, não costuma ser algo tranquilo e pacífico. Eventualmente, os conflitos e as acusações são despejadas como forma de apontar e justificar a culpa pelo erro do outro. Nunca admitindo a sua ou de ambos para o término.
Levar um pé na bunda, doi. Para mim, é pior concluir que não compensa mais prosseguir o envolvimento com alguém que por tanto tempo desempenhou um papel tão importante de confidências, perrengues, dúvidas e emoções.
Se não for consensual ou não ser possível encerrar de forma amigável, o melhor é se afastar. Às vezes, nem mesmo ser educada funciona (até hoje tem alguns que não falo, cumprimento ou reconheço – são estranhos e desconhecidos a mim).
Como seguir adiante? Não há fórmulas capazes de indicar um procedimento a ser seguido a risca, pois só cabe exclusivamente a você remendar o seu coração, curar-se para seguir em frente até estar pronta para outro relacionamento.
Não obstante, deixo como conselhos notórios: manter uma distância segura do ex (dando um tempo de amigos/lugares/rotinas em comum), aproveite fazer algo inusitado que na companhia do finado não aconteceria, redescubra-se plena e bem-resolvida, divirta-se, saia para dançar com grandes amigas alto astral, lambuze-se de cremes/ácidos/esfoliantes à noite no rosto.
Está tudo bem enquanto assiste àquela história dramática de romance mal resolvido dos anos 80, enquanto se empanturra com chocolates e/ou sorvetes (o que lhe faça sentir melhor, inclusive uma taça de  vinho), contudo, somente é aceitável na primeira semana.
Todavia, já aconteceu comigo dos dois concluírem pelo término, numa boa. Só nestes casos, acredito que seja provável o surgimento de uma genuína amizade, com ressalvas: sob hipótese alguma comente com ele sobre futuros relacionamentos com outras pessoas.
Respeite quem já passou na sua vida e por algum motivo não permaneceu uma vez que você se apaixonou por ele, inclusive quando acabe mal. Basta que você tenha resolvido os entraves e superados, se ele não foi capaz, lembre-se: respeito, paciência e distância.
Permita a você uma liberdade de ser sincera e feliz, afinal, é o que importa, né?

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C.A.E.


C.A.E.? Sim, C.A.E. = Conselho de Amigos Exigentes.
Eu, digna garota do rímel borrado, sou extremamente exigente com tudo ligado a mim, sejam meus amigos, roupas, sapatos, acessórios e em especial, amores.
Além disso, meus amigos tem critérios mais redundantes para quem tente conquistar o meu coração. Já ficou conhecido entre eles como C.A.E. (Conselhos de Amigos Exigentes). Tem Presidente e tudo! Só apresentei candidatos que pudessem ter ou não o aval deles, pois se eles não aprovarem, podem crer que o candidato cai e dou adeus.
É uma regra da qual não abro mão: deve se dar bem com meus amigos, se entrossar, participar das piadas.
Como membro do C.A.E., você deve ter passado por absurdos comigo (leia-se micos homéricos), dançar como se não houvesse amanhã, rir das adversidades, não se levar tão a sério, curtir assistir muitos filmes, saber o que é BSB, ter ciência de quem é BAC e ficar indignado como depois de tantos anos (uma década já) ele ainda continua lindo aquele fdp (sério: alguém me explica o elixir dele?!).
Essencialmente, deve fundamentar teoremas estranhos sobre relacionamentos e divagar sobre como as pessoas se relacionam. Jurar de pé junto que deveria dar uma chance ao Zé ou terminar de vez com ele quando pisar na bola. Nem preciso que sair para todo e qualquer programa de índio é indispensável. São os melhores acompanhantes em baladas: meta de conhecer mais gente interessante e descontraída o possível. E é lógico, uma parada estratégica no lanchão pós-balada para comentar todos os fatos da noite!
Não preciso conviver grudada vinte e quatro horas por dia com eles para continuarem os mesmos visto que quando nos encontramos é muita risada, besteira e tantos gritinhos quanto nossas cordas vocais possam permitir. É uma sintonia: posso ficar anos sem falar com eles, mas sei que estarão lá para falar daquela falsa que está ficando um ex!
Prontificam-se a brigar com seu namorado quando ele te trai, aliás, nunca mais serão simpáticas com o ser viu!
Apoio total e irrestrito para ser um membro efetivo do meu C.A.E. – acreditem são anos de experiência ou testes de confiança para se alcançar este grau de amizade irrestrita. Uma vez com a efetiva carteirinha do C.A.E., a sua perpetuidade é caráter obrigatório!
Muito obrigada aos meus grandes amigos do C.A.E. (vocês sabem quem são) por terem aguentado do meu lado os piores dos piores momentos, barracos, brigas, PTs e também pelos melhores incentivadores com seus melhores aplausos para o meu sucesso e acertos ao longo do caminho! Não seria metade do que sou até hoje sem o seu apoio! A distância geográfica é uma mera barreira territorial para a nossa amizade! 

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Sua senha expirou

Outono começou e a temporada de incompreensões do verão ainda insistem em persistir.
Não imaginava que uma atitude de adolescente imatura poderia render tanto assim!
Sério, fico indignada com pessoas que em pleno século acreditam fielmente que para conquistar alguém, deve-se fazer joguinhos.
É por esta razão que tenho alguns amigos metidos em enrascadas pós-término. Para ficar bem claro, sem interpretações dúbias: Não é não; sim é sim;  claro é claro; lógico é lógico; talvez é ainda estou esperando por alguém melhor e nunca é expirou sua senha, finito…
Conheço alguém que não consegue afastar um ex. Ele simplesmente não entende o “não te quero mais”, ele, infantil como aqueles adolescentes imaturos, pensa que esse alguém está jogando, fazendo tipinho. Continua a perturbar. Nem eu aguento mais esta situação, pois sempre rola aquela pergunta depois do “oi, tudo bem?”: “ele já se mancou?”, seguida da resposta “não, não sei mais o que faço.”. Já rolou ser grosso, manter distância e desaparecer que ele segue lá, firme e forte.
Até sugeri um fora típico de adolescente que eu chegasse nele e terminasse de vez com ele por terceiro: falar “querido, faça esta fila andar porque essa senha expirou!”.
Se isso não funcionar, tenho um plano de B: fazer gestos e sinais, desenhar a situação ou ainda citar “hasta la vista baby!” (sempre quis dizer isso). Porque só assim para ele se mancar que quando acaba, acaba mesmo, não tem uma continuação. 

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Fica para uma próxima

Fato que ocorreu há pouco tempo.
Tem uma menina de no máximo onze anos que já visitou minha casa umas cinco vezes. Ela adorou o meu quarto, sempre que existe uma oportunidade, ela dá uma “escapadinha” até o meu quarto.
Em um diálogo, ela confidenciou o quanto ela adora meu quarto e para continuar a conversa, ela me perguntou em que escola eu estudava.
Típico de criança, né?
Achei uma graça, por ela pensar que eu era adolescente ainda. Respondi que na verdade, não ia mais para escola, já era formada há quase cinco anos, era pós-graduada e só fazia cursinho para concurso.
Ela só emitiu um: “Nossaaaa!!!”
Ela, ainda duvidando, então, me perguntou quantos anos eu tinha.
Quando respondi a minha idade, lhe disse que enganava bem.
Novamente, ela emitiu um: “Nossaaaa!!!
Em uma das ocasiões que contei este fato, me indagaram que deveria ter lhe perguntado quantos anos ela  achava que eu tinha. Fica para uma próxima vez que ela vier nos visitar.

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